segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Prezi

http://prezi.com/b7uh88vvlrxj/dissertacao/


O Prezi pode ser realizado para trabalhar com slides, é uma maneira diferente para realizarmos apresentações.

Machado de Assis

Um importante  material referente ao escritor Machado de Assis esta disponível do site do Domínio Público. Indico para todos os que gostam da nossa Literatura e para os alunos do Terceiro ano do Ensino Médio que irão prestar vestibular.

domingo, 28 de setembro de 2014


REDES SOCIAIS

 

 

               A informação e o conhecimento são fluxos determinantes das redes sociais, ocasionado assim à informação, pois atualmente para os padrões sociais um indivíduo para estar bem informado deve possuir um bom conhecimento além é claro de uma boa formação, sobretudo, estar conectado com as redes sociais. Com as quais são designadas como estratégias utilizadas pela sociedade para compartilhar informação, conhecimento entre outras atividades através das relações entre os próprios indivíduos que as integram. Em pesquisa realizada na escola São José foi possível verificar que a grande maioria dos alunos usa as Tics, contudo boa parte desse uso é restrito para as redes sociais.

             Cada indivíduo possui uma função e identidade cultural nas redes, assim as relações vão se formando e se fortalecendo, são relações que podem ser comparadas primeiramente como uma relação familiar, seguida do ambiente escolar, na vida na sociedade e no próprio trabalho, quer dizer as relações pessoais que são desenvolvidas no decorrer da vida e que vão se fortalecendo. Segundo o site Wikipédia: “são relações entre os indivíduos na comunicação por computador. O que também pode ser chamado de interação social, cujo objetivo é buscar conectar pessoas e proporcionar a comunicação e, portanto, utilizar laços sociais.” Isto é, as redes sociais na internet são as próprias páginas da web, as quais oportunizam uma comunicação, uma interação entre os usuários dos mais diversos lugares.

 

 

A riqueza e a variedade dos gêneros do discurso são infinitas, pois a variedade virtual da atividade humana é inesgotável, e cada esfera dessa atividade comporta um repertório de gêneros do discurso que vai diferenciando-se e ampliando-se à medida que a própria esfera se desenvolve e fica mais complexa. Cumpre salientar de um modo especial a heterogeneidade dos gêneros do discurso (orais e escritos), que incluem indiferentemente: a curta réplica do diálogo cotidiano (com a diversidade que este pode apresentar conforme os temas, as situações e a composição de seus protagonistas), o relato familiar, a carta (com suas variadas formas), a ordem militar padronizada, em sua forma lacônica e em forma de ordem circunstanciada, o repertório bastante diversificado dos documentos oficiais (em sua maioria padronizados), o universo das declarações públicas (num sentido amplo, as sociais, as políticas). E é também com os gêneros do discurso que relacionaremos as variadas formas de exposição científica e todos os modos literários (desde o ditado até o romance volumoso). (BAKHTIN, 1992, p. 279-280).

 

 

            O ciberespaço é conhecido como “comunidade” que através da internet possibilita que as redes sociais proporcionem interações que representem interações sociais, econômicas, de trabalho, etc; facilitam o compartilhamento de informações e de conhecimento. A “rede” além de determinar a relação estabelecida determina também o tipo de suporte sendo que os usuários partilham de interesses comuns nos espaços de compartilhamento de informações e conhecimentos.

 

Uma rede de pessoas interessadas pelos mesmos temas é não só mais eficiente do que qualquer mecanismo de busca", diz ele, "mas, sobretudo, do que a intermediação cultural tradicional, que sempre filtra demais, sem conhecer no detalhe as situações e necessidades de cada um. (LÉVY, 2002 p.101).

 

Lévy (2002) defende a participação nas comunidades virtuais, pois as mesmas são consideradas como estímulo a formação de inteligências coletivas em que os usuários, indivíduos utilizam a troca de informações e conhecimentos, para ele as comunidades também são vistas como filtros inteligentes que ajudam as pessoas a lidar com o excesso de informação, que concomitantemente proporciona novas visões alternativas de uma cultura. O estudioso vai além ao referir-se ao real e virtual, pois segundo ele, existe uma oposição “enganosa e fácil” entre ambos.

 

No uso corrente, a palavra virtual é empregada com frequência para significar a pura e simples ausência de existência, a realidade supondo uma efetuação material, uma presença tangível. O real seria da ordem do tenho, enquanto o virtual seria da ordem do terás, ou da

ilusão, o que permite geralmente o uso de uma ironia fácil para evocar as diversas formas de virtualização” . (LÉVY, 1996, p. 15).

 

 

 

             Como afirma Lévy (2002), as comunidades virtuais são uma nova forma de se fazer sociedade, pois ocorre a integração no mundo virtual, na cibercultura, enfim há uma proximidade entre os indivíduos que trocam ideias, conhecimentos e informações sobre problemas, carências e dificuldades. Assim percebe-se que as redes sociais influenciam na propagação de informações e difusão de inovações sendo que os elementos humanos sociais e culturais interferem diretamente no processo do uso das redes sociais. Uma vez que ao utilizar as redes sociais o indivíduo deve ser detentor de um saber, de um conhecimento tecnológico mínimo, pois cada vez mais se ouve pessoas falarem em se “conectar, relacionar” nas redes. Para melhor compreensão do uso das comunidades virtuais Lévy:

 

Uma comunidade virtual pode, por exemplo, organizar-se sobre uma base de afinidade por intermédio de sistemas de comunicação telemáticos. Seus membros estão reunidos pelos mesmos núcleos de interesses, pelos mesmos problemas: a geografia, continente, não é mais nem um ponto de partida, nem uma coerção. (LÉVY, 1996, p. 20).

                                                                                             

 

Pesquisas realizadas pelo filósofo francês vy (2007) apontaram que houve um crescimento dos sites de relacionamentos como, por exemplo: MSN, youtube, hi5, orkut entre outros. Dentre os websites mais utilizados pelos usuários da internet o Orkut e o Facebook estão entre os principais, pois abordam os temas profissionais, acadêmicos, amorosos e outros.

                 Para Baumann (2004), cada vez mais, as pessoas falam em “conectar-se” em vez de “relacionar-se” e preferem falar em “redes”, não mais em parceiros, pois, diferentemente de “relações”, “parentescos” e “parcerias”, haja vista que é necessário engajamento mútuo, enquanto uma rede serve ao mesmo tempo para “conectar” e “desconectar” (um exemplo é as salas de bate-papo abertas). Já os relacionamentos “reais” são considerados mais complicados, pois no relacionamento “virtual” é fácil entrar e sair também, o que acaba tornando os compromissos irrelevantes, uma vez que as pessoas tendem a substituir as parcerias pelas redes.

 

Assim, as redes sociais tornam-se parte fundamental da história humana no processo de desenvolvimento tecnológico e linguístico, bem como refletem no sistema de inovação promovendo o desenvolvimento local e a expansão do conhecimento e troca de ideias estabelecendo uma velocidade incrível na comunicação nas diferentes áreas, contudo perde-se em algumas vezes qualidade, mas a interação humana ocorre de modo mais amplo oportunizando o conhecimento distribuído na rede.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

FOLCLORE

 
 
Entende-se por folclore o conjunto de crenças, lendas, festas, superstições, artes e costumes de um povo. Tal conjunto normalmente é passado de geração a geração por meio dos ensinamentos e da participação real dos festejos e dos costumes. De origem inglesa, o folclore é uma palavra originada pela junção das palavras folk, que significa povo; e lore, que significa sabedoria popular. Formou-se então a palavra folclore que quer dizer sabedoria do povo.
O folclore assume grande importância na história de todos os povos, pois por meio desse conjunto pode-se conhecer a antiga cultura e a formação da cultura presente nos dias de hoje. Dentre as características que possui é possível identificar os fatos folclóricos a partir do anonimato, já que todos os componentes folclóricos são de autoria desconhecida; da aceitação coletiva, já que cada pessoa absorve a essência folclórica e a repassa aos outros a partir de seu entendimento próprio; e da transmissão oral, já que antigamente não havia meios de comunicação como na atualidade. Para manter vivo o folclore típico de cada região existem datas específicas para a realização dos festejos e artes.
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola
 

VALENTINE'S DAY - DIA DOS NAMORADOS NA ESCOLA AMÂNDIO ARAÚJO


           Nesta semana os alunos dos anos finais da Escola Municipal Amândio Araújo na disciplina de Língua Inglesa aprenderam sobre a origem do Dia dos Namorado (Valentine´s Day), a qual tem como tradição o envio de recados mensagens, pois é o dia em que as pessoas demonstram o afeto e o carinho que sentem pelos pais, filhos, amigos, professores etc.
O Valentine´s Day teve origem durante o governo do imperador Cláudio II, foi proibido a realização de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que se os jovens  não tivessem família, eles se alistariam com maior facilidade.
          No entanto, um bispo romano continuou a celebrar os casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimônias eram realizadas em segredo.
         A prática foi descoberta, Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes na prisão, mostrando que os jovens ainda acreditavam no amor.
           Entre as pessoas que jogavam essas mensagens ao bispo, estava uma jovem cega, Asterias (filha do carcereiro), a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram se apaixonando e milagrosamente a jovem recuperou a visão.
            O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada.
           Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.
Os alunos realizaram juntamente com a professora de Língua Inglesa Tânia M. Agatti Roso, a confecção de cartões (Valentine´s Cards) para o Dia dos Namorados e a elaboração de um painel sobre:
Love and Frindship (amor e amizade), além de estudarem o vocabulário e a comunicação em inglês.
Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br
 
 
 
 


 

segunda-feira, 18 de março de 2013

O PROJETO PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO AMBIENTE ESCOLAR


ALINE GHELLER

LUCIMARA DA SILVA HENSEN

MÁRCIO VOSS

TÂNIA MARIA AGATTI ROSO


              Sabemos que na década de 50 surgiram estudos que envolvem a questão escolar, os quais primavam pela importância das interações interpessoais para a aprendizagem e o desenvolvimento do aluno, com ênfase nas condições curriculares vivenciadas pelos alunos no cotidiano escolar. Para tanto se verificava que as dificuldades nas interações entre professores e alunos acabavam por refletir em resultados educacionais abaixo do esperado. Assim vários estudos foram sendo desenvolvidos com o intuito de melhorar essa problemática e a partir daí a importância de trabalhar com projetos educacionais Conforme lemos em Martha, apud Comte “a administração educacional e o Positivismo na Década de 50 e os estudos positivistas como fundamentos conceituais da administração educacional proporcionaram a criação de um movimento teórico”.

Observa-se nas escolas atualmente que muitas possuem problemas relacionados à interação tanto entre alunos, quanto entre professores. Contudo, as escolas que possuem como prática o trabalho interdisciplinar através de projetos conseguem potencializar alguns resultados educacionais com boa interação não apenas entre seus usuários (professores, alunos, funcionários, pais), mas com toda a comunidade, consecutivamente o conhecimento será maior.

Sabe-se que para a elaboração de um bom projeto é preciso que os profissionais saibam identificar os processos, ou seja, os procedimentos que devem ser seguidos para a elaboração do mesmo, as carências e necessidades de sua escola, da sua turma e até mesmo da comunidade, posteriormente o término da elaboração é preciso executar o projeto conforme o cronograma e para finalizar realizar uma avaliação para verificar se o mesmo alcançou os objetivos propostos.

Com o desenvolvimento de projetos pedagógicos nas escolas, novas práticas de ensino surgirão com reflexões partilhadas entre professores, alunos, funcionários e a comunidade em geral, debatendo sobre as problemáticas enfrentadas no ambiente escolar, sobre as condições básicas do ensino e também de infraestrutura, pois acima de tudo educar é transformar a vida dos educadores e dos educandos em um processo permanente de aprendizado.
 

Num país com imensas desigualdades e contradições, a educação se apresenta como um fator de esperança e transformação para a sociedade, não apenas permitindo o acesso ao conhecimento, à participação, mas propiciando condições para que o indivíduo construa sua cidadania. (SERRÃO, Margarida. 1999 p. 23).
 

Criar condições para a construção da cidadania é explorar os recursos existentes na escola e utilizar-se de novos recursos, que vão além de quadro e giz, a maioria das crianças e jovens de hoje já conhecem, tem ou já tiveram contato com  tecnologias (rádio, TV, DVD, internet, computador MPs...), assim para se tornar igualitária a escola deve proporcionar esse acesso a todos os alunos, pois maioria não quer dizer totalidade. Existem também outras realidades, que apresentam um número expressivo de alunos que não tem acesso às tecnologias.

As tecnologias proporcionam recursos que quando bem utilizados são proveitosos no desenvolvimento do trabalho pedagógico, pois acoplam as tecnologias e o conteúdo a ser trabalhado. Essa junção tende a despertar o interesse dos educandos bem como desenvolver a aprendizagem cumprindo a função social da escola que é ampliar o conhecimento dos educandos sem privilégios, de forma igualitária, promovendo a inclusão, desenvolvendo a autonomia e enriquecendo as relações sociais. Para tanto é necessário pesquisa, estudo, planejamento e organização, desta maneira ocorre à inserção dos projetos.


Todo projeto supõe rupturas com o presente e promessas para o futuro. Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se, atravessar um período de instabilidade e buscar uma nova estabilidade em função da promessa que cada projeto contém de estado melhor do que o presente. (GADOTTI, Moacir. 2001, p.37).

 

O projeto quando bem elaborado proporciona a participação de toda a comunidade escolar, pois envolve gestores, professores, alunos, pais e a comunidade onde a escola está inserida. Essa integração da escola com a comunidade local é importante para a valorização da escola, bem como de seus educandos e educadores. O projeto é uma forma de dividir com a sociedade os trabalhos desenvolvidos pela escola e de ampliar as relações com a comunidade, promovendo cada vez mais ações diversificadas. Mas o que é um projeto e quais seus benefícios?

Alguns aspectos básicos devem estar presentes na elaboração do projeto pedagógico de qualquer escola. Antes de tudo, é preciso que todos conheçam bem a realidade da comunidade em que se inserem para que em seguida possam estabelecer o plano de intenções, ou seja, um pano de fundo para o desenvolvimento da proposta.

Na prática, a comunidade escolar deve começar respondendo à seguinte questão: por que e para que existe esse espaço educativo? Uma vez que isso esteja claro para todos, segundo Bussmann, é preciso olhar para os outros três canais do projeto. Primeiro: a proposta curricular estabelecendo o que e como se ensina, as formas de avaliação da aprendizagem, a organização do tempo e o uso do espaço na escola. Segundo: a formação dos professores, desta maneira como a equipe vai se organizar para cumprir as necessidades originadas pelas intenções educativas. Terceiro: a gestão administrativa, a qual tem como função principal viabilizar o que for necessário para que os demais pontos funcionem dentro da construção da escola que é almejada.

            Além disso, é importante que o projeto preveja aspectos relativos aos valores que se deseja instituir na escola, ao currículo e à organização, relacionando o que se propõe na teoria com a forma de realizá-lo na prática sem esquecer, é claro, de prever os prazos para tal. Além disso, um mecanismo de avaliação de processos tem de ser criado, revendo as estratégias estabelecidas para uma eventual reelaboração de metas e ideais.
            O projeto tem como desafio transformar o papel da escola na comunidade. Em vez de só atender às demandas da população, sejam elas atitudinais ou conteudistas e aos preceitos e às metas de aprendizagem colocadas pelo governo, quer dizer, a escola passa a sugerir aos alunos uma maneira de "ler" o mundo.
           A elaboração do projeto pedagógico deve ser pautada em estratégias que dêem voz a todos os atores da comunidade escolar: funcionários, pais, professores e alunos. Essa mobilização é tarefa, por excelência, do diretor. Vale dizer, que é importante garantir que o projeto tenha objetivos pontuais e estabeleça metas permanentes para médio e longo prazo.

Projeto vem de projetar, projetar-se, atirar-se para frente. Na prática, elaborar um projeto é o mesmo que elaborar um plano para realizar determinado objetivo. Portanto, um projeto supõe a realização de algo que não existe, um futuro possível. Tem a ver com a realidade em curso e com os objetivos propostos realizáveis, concretos. Dificilmente os integrantes de uma escola escolherão trabalhar num projeto da escola se ele não for à extensão de seu próprio projeto de vida. Trabalhar com projetos na escola exige um envolvimento muito grande de todos os parceiros e supõe algo mais do que apenas assistir ou ministrar aulas.

Segundo Nogueira (2001, p.90), "um projeto na verdade é, a princípio, uma irrealidade que vai se tornando real, conforme começa a ganhar corpo a partir da realização de ações e consequentemente, as articulações desta". É como um conjunto de ingredientes necessários para se fazer um bolo. Esses ingredientes ainda não são o próprio bolo, mas podem ser considerados como o desejo, a necessidade, a vontade de se produzir o alimento que simboliza o resultado da união e determinação em se construir algo.

O trabalho com projetos é positivo tanto para o aluno quanto para o professor. Ganha o professor, que se sente mais realizado com o envolvimento dos alunos e com os resultados obtidos; ganha o aluno, que aprende mais do que aprenderia na situação de simples receptor de informações. Assim a informação passa a ser tratada de forma construtiva e proveitosa e o estudante desenvolve a capacidade de selecionar, organizar, priorizar, analisar, etc.

O projeto nasce de um questionamento, de uma necessidade de saber, que pode surgir tanto do aluno quanto do professor.  A chave do sucesso de um projeto está em sua base: a curiosidade, a necessidade de saber, de compreender a realidade. Para Fernando Henandez (1998), “todas as coisas podem ser ensinadas por meio de projetos, basta que se tenha uma dúvida inicial e que se comece a pesquisar e buscar evidências sobre o assunto”. 

Contudo, isso não quer dizer que todo conhecimento obrigatoriamente seja construído por meio de projeto.  Não nega que haja necessidade de aula expositiva, de trabalhos individuais e em grupo, participem de seminários, ou seja, estudem em diferentes situações.

De acordo com o livro Papel da Educação na Humanização de Paulo Freire, apud revista da FAEBA, ele afirma que ao trabalhar com projetos interdisciplinares, “tanto educadores quanto educandos envoltos numa pesquisa, não serão mais os mesmos. Os resultados devem implicar em mais qualidade de vida, devem ser indicativos de mais cidadania, de mais participação nas decisões da vida cotidiana e da vida social. Devem, enfim, alimentar o sonho possível e a utopia necessária para uma nova lógica de vida”

Segundo Hernández (1998), os projetos não podem ser considerados como um modelo pronto e acabado ou como metodologia didática, ou separados de sua dimensão política. Trabalhar com projetos significa dar novo sentido ao processo do aprender e do ensinar. Eles devem estar voltados para uma ação concreta, partindo da necessidade dos alunos, a fim de solucionar problemas da sua realidade, para uma prática social que pode ser adaptada ao contexto escolar.

Na execução de projeto coletivo, o aluno busca informações, leituras, conversações, formulação de hipóteses, ampliando os seus conhecimentos, o senso crítico e a autonomia. Tudo isso desenvolve competências favoráveis à sua vida.

Um projeto prova ser bom se for suficientemente completo para exigir uma variedade de respostas diferentes dos alunos e permitir a cada um trazer uma contribuição que lhe seja própria e característica. Essas respostas são resultados do conhecimento significativo adquirido pelo aluno durante o processo de ensino e aprendizagem.

Com o intuito, de ressaltar a importância do projeto pedagógico no ambiente escolar é importante frisar que, sobretudo o projeto surgiu para romper os paradigmas da educação tradicional que buscava apenas a formação do individuo como um mero receptor que absorvia conhecimentos. No que se refere á escola que a escola inclusiva, aquela que aceita as diferenças e proporciona a integração dos seus indivíduos, vale dizer que é a escola que trabalha com projetos pedagógicos voltados para a participação de todos os segmentos da comunidade escolar priorizando a promoção do conhecimento.

 
 
REFERÊNCIAS
 

BUSSMANN, Antônia Carvalho. O Projeto Político Pedagógico e a gestão da escola. In: VEIGA, Ilma P. A. (Org.). Projeto Político Pedagógico: uma construção possível. 3. ed. Campinas: Papirus, 1997.
Citação de Referências e Documentos Eletrônicos Disponível em: http://www.liderisp.ufba.br/modulos/pedagproj.pdf. Acesso em 08 jul.2011.

Citação de Referências e Documentos Eletrônicos Disponível em: www.uol.com.br/novaescola/ed/154_ago02/html/hernandez.doc. Acesso em 08 jul.2011.
 
FREIRE, Paulo. Papel da educação na humanização. Revista da Faeeba. Salvador, n.7, jan./jun.1997.

GADOTTI, Moacir; ROMÃO, E. José. Autonomia da escola: Princípios e propostas. 4 ed.São Paulo: Cortez, 2001.

JALALI, Martha. A teoria da organização de Greenfield:uma alternativa para a administração educacional. Aracajú: UFS, 1995. (Dissertação, Mestrado).
                                                                                                                   
HERNANDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1998.

NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro. Pedagogia de projetos. São Paulo: Àtica, 2001.

SERRÃO, Margarida. Aprendendo a ser e a conviver. 2 ed. São Paulo: FTD,1999.

 

 

 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

terça-feira, 30 de outubro de 2012

LIVROS!!!

"Livros não mudam o mundo,
quem muda o mundo são as pessoas.
Os livros só mudam as pessoas."

Mário Quintana